GCS-T · Glasgow para via aérea artificial

Adaptação para paciente intubado ou traqueostomizado
Licença: verificar fonte
Paciente 
Data / Hora 
Avaliador 

Orientações de aplicação

Objetivo. Avaliar o nível de consciência em pessoas com via aérea artificial, nas quais a resposta verbal não pode ser obtida.

Tempo de aplicação. Cerca de 2 minutos.

Como conduzir.

Precauções. O escore total não é comparável ao da Escala de Glasgow convencional, pois um dos componentes está ausente. Prefira a comunicação por componentes e considere o FOUR Score quando for necessária avaliação mais completa em pessoas intubadas.

Abertura Ocular (AO)

RespostaEscore✓
Espontânea4☐
Ao estímulo verbal3☐
Ao estímulo de dor2☐
Ausente1☐

Resposta Verbal (NÃO TESTÁVEL)

Via aérea artificial · registrar como "1T" ou "VNT" (não testável)1T / NT☐

Resposta Motora (RM)

RespostaEscore✓
Obedece a comandos6☐
Localiza a dor5☐
Flexão normal / retirada à dor4☐
Flexão anormal (decorticação)3☐
Extensão anormal (descerebração)2☐
Ausente1☐
REGISTRO:
Ex.: E4 VNT M5  ou  "10T"
Como registrar: calcule AO e RM normalmente; a verbal é anotada como 1T / NT. Relate por subescalas (E__ V__ M__) para deixar claro que a verbal não foi avaliada, evitando soma artificialmente reduzida.
Acompanhamento: em pacientes não verbais, o componente motor é o mais preditivo de desfecho neurológico · priorize comparações seriadas.
Referência: notação recomendada por Teasdale G, et al. The Glasgow Coma Scale at 40 years: standing the test of time. The Lancet Neurology, 2014;13(8):844–854. Condições de reprodução não confirmadas nesta revisão.
Condições de uso. A citação bibliográfica não equivale a uma licença de reprodução. Confirme os termos do detentor antes de reproduzir, traduzir ou redistribuir o instrumento.
Material de uso clínico-educacional · danieljulio.com.br · Daniel Júlio, Terapeuta Ocupacional & Psicanalista Clínico
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